Quem diria. O Ogro.
domingo, 13 de julho de 2014
Lombo de brontossauro
Mais um jogo do Brasil. Mas este não valia nada. Quase impossível haver uma derrota tão humilhante quanto o 7 a 1, mas, como disse um comentarista da FOX no meio do jogo, o inferno tem sub-solo. O término do jogo contra a Holanda por 3 a zero foi o triste fim de uma Copa de altos e baixos, de humores ao futebol.
Enquanto o Brasil se preparava para mais uma partida decepcionante, um bando de Ogros se preparava para assistir o jogo. O combinado era dividir as compras de bebidas e comida para não sobrar nem faltar em excesso. Cada um levou uma carne ou um tira-gosto e sua bebida, mas como sempre, sobrou.
O combinado foi ir toamndo UMA com alguns tira-gostos, aguardando um rango especial preparado pelo amigo Ogro apreciador de veículos e corretor de seguros, o catracogro. Ele chegou mais cedo que o horário combinado para iniciar a preparação do seu famoso prato "Lombo de porco com recheio de pêras", ou no caso, "O Lombo de Brontossauro"..
Com um pacote enorme e equilibrando 4 garrafas de vinho, o catacogro entrou na área de churrasqueira para iniciar o preparo. Este Ogro foi o auxiliar de cozinha. Limpamos a pia e abrimos uma manta de lombo que tinha com certeza 2 Kg e uns 0,50 x 0,40 m. Apesar de nosso cozinheiro ter esquecido alguns ingredientes e o barbante para fechar o monstro, achamos o que faltava com facilidade na cozinha.
Depois de aberta a manta, nosso anti-herói picou duas peras e duas maçâs verdes, passou manteiga na parte interna do lombo, uns 50g e depois passou 200g de requeijão cremoso, espalhou as pêras e as maçâs, picou uns 300g de tiras bem finas de um bacon com muita carne, que fritamos antes de mistar às pêras e maçâs para formar o recheio. Depois de tudo enrolado, passamos o barbante, colocamos em uma travessa tamanho enorme e regamos com meia garrafa de vinho tinto tipo merlot. O restante foi bebido.
Logo que o bacon foi frito e acrescido ao recheio, sobrou aquela gordura cheirosa no fundo da frigideira. com uma quantidade razoável, que teria queser jogada fora. Com o espírito Ogro aflorado, resolvemos fritar uma batata. Descasquei, busquei um prato com papel toalha e iniciamos o processo. quando estava quase pronto, toca a campahinha, e é mais um Ogro chegando. Nos entreolhamos e a vontade foi esconder o prato. Pela dificuldade e poucas opções disponíveis, dividimos. E estava uma delícia, principalmente pois foi servida em pedaços grandes e finos, como uma meia-lua. Grandes goles de cerveja dispersaram o calor, e o churrasco teve início..
O monstro, ou lombo de brontossauro, ficou marinando por algumas horas antes de ir ao forno. Pelo tamanho, calculamos que precisaria de pelomenos duas horas ou duas horas e meia de forno em fogo baixo. E assim fizemos.antes do jogo começar, colocando no forno a180 graus, calculando que ficaria no ponto logo após o jogo, uma boa hora para servir.
Enquanto isso, um tomava vinho e os outros cerveja em quantidade. Na verdade, quem não apareceu perdeu. E não foram poucos. Durante a espera, o catracogro contava suas piadas:
Um homem teve um acidente e seu pênis havia sido decepado. Após uma dica, foi a uma clínica que fabricava próteses penianas fazer uma consulta. Assim que entrou no consultório,o médico foi explicando:
- O sr. sabe que temos vários modelos de pênis para implante?
- não, não sabia.
- pois é, temos o comum, com 15 cm, que custa R$ 10.000,00, o super, com 18 cm, que custa R$ 20.000,00 e o mega-ultra-super-turbo, com 28 cm, que custa R$ 50.000,00. Qual o sr quer?
Depois de pensar durante alguns segundos, o homem respondeu:
- Ora, como nunca tive um grande, acho que vou ficar com o de 28 cm.
- É uma boa escolha, mas o sr. deve consultar sua esposa, afinal, isto também a afeta, não é mesmo? Volte amanhã com a resposta.
No dia seguinte...
- E então, ela escolheu?
- Sim, escolheu. Escolheu reformar a cozinha.
Gargalhadas à parte, terminamos de assistir a mais uma pelada e partimos para a degustação do prato principal, acompanhado de um arroz branco novinho, tomates e batatas.
Simplesmente delicioso.
Durante o dia, ainda tivemos um contrafilé maravilhoso e e uma costelnha com molho de mostarda e mel, mas isto é uma outra história..........
O Ogro.
Enquanto o Brasil se preparava para mais uma partida decepcionante, um bando de Ogros se preparava para assistir o jogo. O combinado era dividir as compras de bebidas e comida para não sobrar nem faltar em excesso. Cada um levou uma carne ou um tira-gosto e sua bebida, mas como sempre, sobrou.
O combinado foi ir toamndo UMA com alguns tira-gostos, aguardando um rango especial preparado pelo amigo Ogro apreciador de veículos e corretor de seguros, o catracogro. Ele chegou mais cedo que o horário combinado para iniciar a preparação do seu famoso prato "Lombo de porco com recheio de pêras", ou no caso, "O Lombo de Brontossauro"..
Com um pacote enorme e equilibrando 4 garrafas de vinho, o catacogro entrou na área de churrasqueira para iniciar o preparo. Este Ogro foi o auxiliar de cozinha. Limpamos a pia e abrimos uma manta de lombo que tinha com certeza 2 Kg e uns 0,50 x 0,40 m. Apesar de nosso cozinheiro ter esquecido alguns ingredientes e o barbante para fechar o monstro, achamos o que faltava com facilidade na cozinha.
Depois de aberta a manta, nosso anti-herói picou duas peras e duas maçâs verdes, passou manteiga na parte interna do lombo, uns 50g e depois passou 200g de requeijão cremoso, espalhou as pêras e as maçâs, picou uns 300g de tiras bem finas de um bacon com muita carne, que fritamos antes de mistar às pêras e maçâs para formar o recheio. Depois de tudo enrolado, passamos o barbante, colocamos em uma travessa tamanho enorme e regamos com meia garrafa de vinho tinto tipo merlot. O restante foi bebido.
Logo que o bacon foi frito e acrescido ao recheio, sobrou aquela gordura cheirosa no fundo da frigideira. com uma quantidade razoável, que teria queser jogada fora. Com o espírito Ogro aflorado, resolvemos fritar uma batata. Descasquei, busquei um prato com papel toalha e iniciamos o processo. quando estava quase pronto, toca a campahinha, e é mais um Ogro chegando. Nos entreolhamos e a vontade foi esconder o prato. Pela dificuldade e poucas opções disponíveis, dividimos. E estava uma delícia, principalmente pois foi servida em pedaços grandes e finos, como uma meia-lua. Grandes goles de cerveja dispersaram o calor, e o churrasco teve início..
O monstro, ou lombo de brontossauro, ficou marinando por algumas horas antes de ir ao forno. Pelo tamanho, calculamos que precisaria de pelomenos duas horas ou duas horas e meia de forno em fogo baixo. E assim fizemos.antes do jogo começar, colocando no forno a180 graus, calculando que ficaria no ponto logo após o jogo, uma boa hora para servir.
Enquanto isso, um tomava vinho e os outros cerveja em quantidade. Na verdade, quem não apareceu perdeu. E não foram poucos. Durante a espera, o catracogro contava suas piadas:
Um homem teve um acidente e seu pênis havia sido decepado. Após uma dica, foi a uma clínica que fabricava próteses penianas fazer uma consulta. Assim que entrou no consultório,o médico foi explicando:
- O sr. sabe que temos vários modelos de pênis para implante?
- não, não sabia.
- pois é, temos o comum, com 15 cm, que custa R$ 10.000,00, o super, com 18 cm, que custa R$ 20.000,00 e o mega-ultra-super-turbo, com 28 cm, que custa R$ 50.000,00. Qual o sr quer?
Depois de pensar durante alguns segundos, o homem respondeu:
- Ora, como nunca tive um grande, acho que vou ficar com o de 28 cm.
- É uma boa escolha, mas o sr. deve consultar sua esposa, afinal, isto também a afeta, não é mesmo? Volte amanhã com a resposta.
No dia seguinte...
- E então, ela escolheu?
- Sim, escolheu. Escolheu reformar a cozinha.
Gargalhadas à parte, terminamos de assistir a mais uma pelada e partimos para a degustação do prato principal, acompanhado de um arroz branco novinho, tomates e batatas.
Simplesmente delicioso.
Durante o dia, ainda tivemos um contrafilé maravilhoso e e uma costelnha com molho de mostarda e mel, mas isto é uma outra história..........
O Ogro.
O Ogro.
sábado, 12 de julho de 2014
Ogros e canalhas
Uma nova ciência moral
Luiz Felipe Pondé
Ouvi uma dessas mulheres livres, dona de seu nariz e de seu corpo, dizer: "Que falta que faz um canalha!".
Recentemente, um grande especialista e prático da alma humana, um terapeuta, me dizia se escandalizar com o fato de que mulheres inteligentes e emancipadas falam em consultórios de psicanalistas que querem que os homens as chamem de cachorras e as tratem como vagabundas na cama.
Como se escandalizar com o óbvio? Quem foi que disse que as mulheres não gostam de se sentirem vagabundas no sexo? Só quem, mui catolicamente, imaginou que querer ser tratada como vagabunda no sexo fosse fruto de opressão machista. Risadas?
O que é um canalha? Refiro-me ao conceito de canalha. Um kantiano diria "o canalha em si".
Claro, kantianos são pessoas que pensam que o mundo é o que eles pensam que é; no fundo, o kantiano é um puritano da razão aos olhos de qualquer cético. Sua "crítica da razão prática" nada mais é do que um canto monótono semelhante aos cantos das igrejas calvinistas.
Qualquer um sabe que canalhas evoluem historicamente, como tudo mais. O grande personagem Palhares, do Nelson Rodrigues, esse filósofo brasileiro, é um tipo de canalha que não existe mais: o canalha romântico e sincero (que faz falta), apesar de que ele já identificara a necessidade de o canalha evoluir. Diriam os especialistas que Palhares tinha um claro "senso histórico".
Palhares mordeu o pescoço da cunhada caçula no corredor. E cunhadas gostosas são o segredo de um bom casamento. Palhares dizia que um canalha em sua época, os anos 1960, deveria evoluir para continuar a ser um bom canalha.
No caso dele, isso significava assimilar os avanços da psicologia, levando suas vítimas para terapias de nudez e também para reuniões do Partido Comunista. Um canalha, afinal, deveria estar em dia com a sua época.
Importantíssimo, no entendimento de nosso querido Palhares, seria um canalha entender que ser católico não ajudava mais ninguém a pegar mulher porque assustaria a presa. A sinceridade do Palhares estava no fato de ele se reconhecer canalha por vontade própria.
Hoje em dia, o canalha "avançou" muito. Ele identifica "causas externas" para sua condição de canalha, ou, melhor ainda, não reconhece sua condição de canalha; julga-se apenas um homem cumprindo seu "papel social".
Imagine um livro chamado "Tipologia do Canalha: Como Identificar o Seu". Puro best-seller!
Por exemplo, o livro descreveria o canalha institucional, que é o canalha que faz suas baixarias dizendo que é em nome do coletivo.
Normalmente, adora a hierarquia e a burocracia.
É o tipo que, segundo o psicólogo americano Philip Zimbardo, autor do excepcional livro "O Efeito Lúcifer" (Record), se adaptaria bem às condições de horror em sistemas totalitários com justificativa institucional. Sentiria que o horror que causa é simplesmente fruto de respeito à burocracia.
Existem também os canalhas sociais. Estes são aqueles que justificam seus atos via condições sociais em que vivem, dizendo coisas como "a escola em que estudei fez de mim um canalha, por mim seria diferente".
Conhecemos também os canalhas democráticos. Estes são aqueles que justificam seus atos porque combatem em defesa do povo. Este tipo é aquele que, por exemplo, sustenta a corrupção do Estado dizendo que está lutando pela justiça social.
Primo de primeiro grau deste último é o canalha militante, este tipo que agrediu a blogueira cubana Yoani Sánchez, acusando-a de ser paga pela CIA. A marca deste é jamais ouvir nada que discorde de sua religião.
Há também o canalha científico. Este afirma que as neurociências provaram que ser canalha é função de certa área do cérebro, resultado de herança evolucionária e genética.
Um tipo especialmente "fofo" é o canalha livre. Suspeito ser este o mais avançado de todos.
Quando indagados acerca de seu comportamento, afirmam que agem do modo que agem porque sempre foram uma minoria oprimida e agora podem exercer sua canalhice livremente. A frase lapidar deste tipo de canalha é: "Todos têm direito de ser o que são; eu tenho o direito de ser canalha".
Com certeza todo canalha é Ogro, mas nem todo Ogro é canalha. O que não é queria...
O Ogro.
Mais uma vez no Cinema
Ogros famosos aparecem de quando em vez. É claro que o mais famoso de todos é o Shrek, mas tem mais:
Curta nacional que arrematou diversos prêmios: www.oogro.com.br
Estes outros não precisam de apresentação.
Cinema é um dos grande prazeres do Ogro. Pelo menos deste.
O Ogro.
Super Ogro
Ogros se reúnem sempre. Entre um golo e outro, vem a idéia de uma nova viagem, nem sempre concretizada, mas muito sonhada.
O dia a dia e seus atropelos também fizeram minguar diversas de nossas viagens, por maior que fosse o esforço e a vontade de realizá-las. Em mais uma dessas vezes de reunião, sentamos no boteco da vez para falar da possível ida para Guarapari.
Para quem não conhece, Guarapai é uma cidade de porte médio localizada no litoral capixaba e que é destino comum a milhares de mineiros na época das férias e feriados. Não é nada sofisticado. É o destino da classe média.
Imersos em devaneios e vontades, falamos de diversos destinos antes de decidir por Guarapari. Um amigo, que já foi Ogro do mês aqui no blog, o Ogro mestre, e que possui um restaurante, durante a semana marcou mais uma reunião para sacramentar o destino e apresentar as oportunidades.
Como sempre, este verdadeiro Ogro viajante apresentou uma grande oportunidade. Uma casa com 3 quartos num condomínio fechado, com piscina e um grande gramado, em primeira locação. Conseguiu tudo pela internet.
Fechado o negócio, viajamos.
A casa era mesmo sensacional, e no gramado fizemos churrasco e futebol de sabão, com uma lona comprada lá mesmo. Tudo da melhor qualidade. A piscina curava as ressacas homéricas e os fogos em andamento, o que diminuiu os problemas dos Ogros com as patroas.
Num dia comum, saímos para visitar uma praia pequena e quase deserta, que se chama praia dos padres ( ou seria frades?). Uma descida bem íngreme nos esperava, e cada um ainda carregava suas tralhas de praia ( cadeira, guarda sol etc ), além de comidas. A descida, além de íngreme, não contava com degraus em todos os pontos, e rampas de grama se misturavam a projetos de escada, forçando um passo vagaroso de todos nós.
Num destes lances de grama, ainda orvalhado, eis que surge o Super Ogro. Até então, era apenas um Ogro trabalhador, plaqueiro e bom motorista que carregava o isopor mais importante da trupe. O isopor da bebida. Mas de repente, escorregou na grama e foi chinelo para um lado, óculos para o outro, barriga para baixo, isopor para cima e copo, já com batida, voando sem rumo.
Como o Super que se tornou, caiu de costas, desviou dos óculos, aparou a tampa com a barriga, o isopor com uma das mãos e ainda não deixou derramar um pingo da batida.
Revelada a identidade do Super Ogro. Como num passe de mágica, levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima.
A marcha continuou ladeira abaixo, não sem um pensamento na cabeça:
- Devíamos ter filmado, e em câmera lenta. Essa não acontece de novo nem em mil anos. Valeu, Super Ogro.
A viagem ainda se desdobra, mas....esta é outra história!!
O Ogro.
O dia a dia e seus atropelos também fizeram minguar diversas de nossas viagens, por maior que fosse o esforço e a vontade de realizá-las. Em mais uma dessas vezes de reunião, sentamos no boteco da vez para falar da possível ida para Guarapari.
Para quem não conhece, Guarapai é uma cidade de porte médio localizada no litoral capixaba e que é destino comum a milhares de mineiros na época das férias e feriados. Não é nada sofisticado. É o destino da classe média.
Imersos em devaneios e vontades, falamos de diversos destinos antes de decidir por Guarapari. Um amigo, que já foi Ogro do mês aqui no blog, o Ogro mestre, e que possui um restaurante, durante a semana marcou mais uma reunião para sacramentar o destino e apresentar as oportunidades.
Como sempre, este verdadeiro Ogro viajante apresentou uma grande oportunidade. Uma casa com 3 quartos num condomínio fechado, com piscina e um grande gramado, em primeira locação. Conseguiu tudo pela internet.
Fechado o negócio, viajamos.
A casa era mesmo sensacional, e no gramado fizemos churrasco e futebol de sabão, com uma lona comprada lá mesmo. Tudo da melhor qualidade. A piscina curava as ressacas homéricas e os fogos em andamento, o que diminuiu os problemas dos Ogros com as patroas.
Num dia comum, saímos para visitar uma praia pequena e quase deserta, que se chama praia dos padres ( ou seria frades?). Uma descida bem íngreme nos esperava, e cada um ainda carregava suas tralhas de praia ( cadeira, guarda sol etc ), além de comidas. A descida, além de íngreme, não contava com degraus em todos os pontos, e rampas de grama se misturavam a projetos de escada, forçando um passo vagaroso de todos nós.
Num destes lances de grama, ainda orvalhado, eis que surge o Super Ogro. Até então, era apenas um Ogro trabalhador, plaqueiro e bom motorista que carregava o isopor mais importante da trupe. O isopor da bebida. Mas de repente, escorregou na grama e foi chinelo para um lado, óculos para o outro, barriga para baixo, isopor para cima e copo, já com batida, voando sem rumo.
Como o Super que se tornou, caiu de costas, desviou dos óculos, aparou a tampa com a barriga, o isopor com uma das mãos e ainda não deixou derramar um pingo da batida.
Revelada a identidade do Super Ogro. Como num passe de mágica, levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima.
A marcha continuou ladeira abaixo, não sem um pensamento na cabeça:
- Devíamos ter filmado, e em câmera lenta. Essa não acontece de novo nem em mil anos. Valeu, Super Ogro.
A viagem ainda se desdobra, mas....esta é outra história!!
O Ogro.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Bolo de farofa
Bolo de Farofa
![]() |
| Bolo de Farofa |
Ingredientes para o bolo:
.3 xícaras de farinha de trigo
.1 ovo
.1 xícara e ½ de açúcar
.1 tablete de margarina 100 g
.1 colher de sopa de fermento em pó
Ingredientes para o creme
.1 lata de leite condensado
.1 lata de leite comum
.2 colheres de sopa de amido de milho ou farinha de trigo
.1 colher sopa de margarina
.2 gemas
.1 colher sobremesa de baunilha
.1 lata de creme de leite
Modo de fazer
- Misture os ingredientes da farofa com as mãos até ficar bem soltinha, reserve
- Levar ao fogo o leite condensado, o leite comum, o amido ou farinha, a margarina, as gemas até engrossar
- Retire do fogo e coloque o creme de leite e a baunilha
- Espere esfriar para fazer a montagem
- Untar e enfarinhar uma forma retangular, colocar metade da farofa, o creme já frio e a outra metade da farofa
- Levar para assar por 30 minutos mais ou menos
Pulo do Ogro: o bolo está pronto quando as bordas estiverem douradinhas, aí é hora de tirar. A farofa não ficará corada como os bolos normais.
Puxado de outro Ogro em http://www.os-caminhantes.com/search/label/quitutes%20do%20ogro
O Ogro.
Castelo do Bode
Em viagem com a patroa, Ogro bom é aquele que dá espaço. Não insiste sem motivo e dá razão para a mulher de vez em quando.
É, mas este Ogro não é o mesmo que viajou desta vez. Foi aquele outro, o que só faz o que quer e gosta mesmo é de reclamar com a a patroa.
Chegamos a Portugal através da TAP, indo direto parar em Lisboa. O vôo surpreendeu pela suavidade e pelas poltronas menos econômicas que em outras viagens. Nesta talvez tenhamos economizado menos.
De qualquer forma, tudo estava transcorrendo bem, e um carro foi alugado ainda no aeroporto para facilitar o itinerário da viagem.
O Ogro havia convencido a patroa de parar a cada castelo encontrado no caminho, e foi grande a nossa surpresa ao constatar que Portugal, tão diminuído no Brasil, é um país enorme em sua cultura, belezas naturais e... castelos.
E assim começamos a desviar rotas, fazendo um caminho que seguisse os castelos. Num dado momento, paramos ( fora da rota inicial, é claro ), numa cidade ................., onde os templários haviam se instalado após serem expulsos da França.
Lá, super bem acomodados no Hotel dos Templários, saímos para conhecer a pequena cidade e suas belezas. Num pequeno restaurante familiar próximo ao hotel e com mais fome que vontade de comer bem, paramos para saciar nossa fome.
No restaurante, vimos um cartaz indicando a data de início e término do festival da Lampreia, e perguntamos o que seria. Tinha no cardápio, mas o dono, um português bem típico, disse que o prato demorava a fazer e que o horário não seria compatível. Poderíamos escolher outra coisa ou ir embora. Tanto fazia para ele. A fome foi maior que a indignação e nos contentamos com um excelente bacalhau mesmo. Acho que provamos todas as variações possíveis nesta viagem, mas não cansou, só deu mais vontade.
Ao chegar ao hotel, ainda fomos ao scoth bar para uma saideira, que se transformou em várias. O barmen, muito educado, nos deu dicar diversas sobre quase tudo e, perguntado sobre a Lampreia, disse que o melhor lugar para se comer uma boa Lampreia na estação era o restaurante Rei da Lampreia e indicou o caminho, que ficava muito fora da nossa rota.
No último momento, lamentando nossa desistência da Lampreia, o barmen disse a palavra mágica. Castelo.
O restaurante Rei da Lampreia ficava ao lado de um dos lagos mais bonitos do país, onde se localizava o Castelo do Bode. Uau. Fim de conversa e pegamos todas as indicações.
No dia seguinte, acordamos e tomamos um delicioso café da manhã antes de programar nosso GPS para seguir direto para o Castelo do Bode. Depois de quase 70 Km vimos o restaurante á esquerda da estrada e passamos por cima de uma barragem. O GPS ficou maluco e indicava o castelo. Demos meia volta, procuramos e não conseguimos encontrar. Aí começou.
Não satisfeito com a situação, o Ogro também nunca pode parar para perguntar nada. Tem que descobrir sozinho. Subimos e descemos a estrada, andando vários quilômetros para cada lado sem avistar o castelo. Num dado momento, vimos uma pequena estradinha de terra ao lado do vertedouro da barragem, que não era tão grande assim e fomos serpenteando ao lado do rio até chegar no fima da estrada.
O cenário tão bucólico quanto melancólico, podia tanto ser de filme de amor quanto de terror. Um lago com águas bem rasas, árvores com folhas secas ou amarelas de um lado e de outro e. apesar do sol minguado, uma névoa por sobre a água. Pouco se ouvia. Ainda descemos do carro e demos uma volta, meio que desavisados dos perigos, mas voltamos logo.
Subindo a estrada, no meio do caminho de volta, paramos ao lado de uma caminhonete de uma família e o Ogro de dignou a preguntar:
- Por favor, onde fica o Castelo do Bode?
- Ora, pois, o Castelo do Bode é aqui mesmo.
- Como? Onde? Para lá?
- Não, nós estamos no Castelo do Bode. Aquele ali é o Castelo d´água do Bode.
Aí a ficha caiu. Agradecemos e nem comemos a Lampreia. Se não tivéssemos que voltar quase 70 Km, este Ogro voltaria com prazer ao hotel dos Templários para MATAR o barmen.
No fim, tudo deu certo. Comemos a Lampreia,....mas aí é outra história.
O Ogro.
É, mas este Ogro não é o mesmo que viajou desta vez. Foi aquele outro, o que só faz o que quer e gosta mesmo é de reclamar com a a patroa.
Chegamos a Portugal através da TAP, indo direto parar em Lisboa. O vôo surpreendeu pela suavidade e pelas poltronas menos econômicas que em outras viagens. Nesta talvez tenhamos economizado menos.
De qualquer forma, tudo estava transcorrendo bem, e um carro foi alugado ainda no aeroporto para facilitar o itinerário da viagem.
O Ogro havia convencido a patroa de parar a cada castelo encontrado no caminho, e foi grande a nossa surpresa ao constatar que Portugal, tão diminuído no Brasil, é um país enorme em sua cultura, belezas naturais e... castelos.
E assim começamos a desviar rotas, fazendo um caminho que seguisse os castelos. Num dado momento, paramos ( fora da rota inicial, é claro ), numa cidade ................., onde os templários haviam se instalado após serem expulsos da França.
Lá, super bem acomodados no Hotel dos Templários, saímos para conhecer a pequena cidade e suas belezas. Num pequeno restaurante familiar próximo ao hotel e com mais fome que vontade de comer bem, paramos para saciar nossa fome.
No restaurante, vimos um cartaz indicando a data de início e término do festival da Lampreia, e perguntamos o que seria. Tinha no cardápio, mas o dono, um português bem típico, disse que o prato demorava a fazer e que o horário não seria compatível. Poderíamos escolher outra coisa ou ir embora. Tanto fazia para ele. A fome foi maior que a indignação e nos contentamos com um excelente bacalhau mesmo. Acho que provamos todas as variações possíveis nesta viagem, mas não cansou, só deu mais vontade.
Ao chegar ao hotel, ainda fomos ao scoth bar para uma saideira, que se transformou em várias. O barmen, muito educado, nos deu dicar diversas sobre quase tudo e, perguntado sobre a Lampreia, disse que o melhor lugar para se comer uma boa Lampreia na estação era o restaurante Rei da Lampreia e indicou o caminho, que ficava muito fora da nossa rota.
No último momento, lamentando nossa desistência da Lampreia, o barmen disse a palavra mágica. Castelo.
O restaurante Rei da Lampreia ficava ao lado de um dos lagos mais bonitos do país, onde se localizava o Castelo do Bode. Uau. Fim de conversa e pegamos todas as indicações.
No dia seguinte, acordamos e tomamos um delicioso café da manhã antes de programar nosso GPS para seguir direto para o Castelo do Bode. Depois de quase 70 Km vimos o restaurante á esquerda da estrada e passamos por cima de uma barragem. O GPS ficou maluco e indicava o castelo. Demos meia volta, procuramos e não conseguimos encontrar. Aí começou.
Não satisfeito com a situação, o Ogro também nunca pode parar para perguntar nada. Tem que descobrir sozinho. Subimos e descemos a estrada, andando vários quilômetros para cada lado sem avistar o castelo. Num dado momento, vimos uma pequena estradinha de terra ao lado do vertedouro da barragem, que não era tão grande assim e fomos serpenteando ao lado do rio até chegar no fima da estrada.
O cenário tão bucólico quanto melancólico, podia tanto ser de filme de amor quanto de terror. Um lago com águas bem rasas, árvores com folhas secas ou amarelas de um lado e de outro e. apesar do sol minguado, uma névoa por sobre a água. Pouco se ouvia. Ainda descemos do carro e demos uma volta, meio que desavisados dos perigos, mas voltamos logo.
Subindo a estrada, no meio do caminho de volta, paramos ao lado de uma caminhonete de uma família e o Ogro de dignou a preguntar:
- Por favor, onde fica o Castelo do Bode?
- Ora, pois, o Castelo do Bode é aqui mesmo.
- Como? Onde? Para lá?
- Não, nós estamos no Castelo do Bode. Aquele ali é o Castelo d´água do Bode.
Aí a ficha caiu. Agradecemos e nem comemos a Lampreia. Se não tivéssemos que voltar quase 70 Km, este Ogro voltaria com prazer ao hotel dos Templários para MATAR o barmen.
No fim, tudo deu certo. Comemos a Lampreia,....mas aí é outra história.
O Ogro.
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