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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Amigos do Peru

Por definição, louco é aquele cujo comportamento ou raciocínio denota alterações patológicas das faculdades mentais ( google ). Logo, seria errado chamá-los de loucos. No máximo poderíamos chamá-los de malucos. Afinal, sair de BH com destino a Arequipa no Peru, apenas para ver um jogo do Atlético,não remete a sanidade, nem menos a uma parcial.
Encontramos no balcão de sempre, tomando o golo de sempre, com as pessoas de sempre e falavam animadamente sobre a futura viagem, os dois amigos do Peru. Qual foi a surpresa com o descolamento ( ou maluquice ) que transmitiam. 
Nosso "Tio" médico não sabia nem ao menos quando voltariam de viagem. Os cartões de crédito não haviam sido liberados para o uso internacional e ninguém sabia nada sobre o hotel onde se hospedariam. 
No roteiro de viagem constava apenas: sair de Lima, ir a Arequipa, ver o jogo de galo Doido e..... mais nada. É isso aí, mais nada. Nadica de nada. Descobri que os malucos iam mesmo só para ver o jogo. 
Não tiveram a curiosidade de verificar quais as comidas típicas, os locais turísticos ( não iriam a Cuzco nem a Machu Pichu ) e nem os tipos de bebidas ou marcas de cerveja do país.
Iam ainda sem seguro saúde, mas, na última hora, através de uma chamada no Zap, conseguimos uma apólice, apesar do horário já adiantado. Afinal, eram quase 21:00 h de sexta-feira. Foi sorte.
No sábado, por volta de 4:00h saíram. Às 16:00h deram notícias via Zap, com um vídeo no buteco e a tradicional saudação da turma: 

Perderam Canalhaaaaaasssss!!!

E a história continua......

o Ogro!!!

terça-feira, 15 de julho de 2014

Calzone

O vestibular aconteceu na data prevista mas as aulas iriam começar depois nas escolas federais naquele ano, devido às greves e às obrigatórias reposições de aulas.

Um Ogro primo e outro amigo se juntaram comigo para uma viagem de divertimento garantido.

Adolescentes, com um certo dinheirinho no bolso, muita testosterona e boca de cabrito, não tem jeito de ser ruim.

Em direção à Bahia, passamos por algumas cidades do Espírito Santo. Por fim, chegamos a Porto Seguro e de tabela Arraial D´ajuda e Trancoso.

Com dinheiro contado, começamos a economizar na comida para sobrar para a cerveja. Coisa comum de adolecente. No restaurante que elegemos como o mais barato e suficientemente bom, as atendentes estavam solidárias com nossa economia. Todo dia nosso prato era o mais cheio e caprichado do restaurante. Nunca vimos tanta fartura comendo prato feito. O dono do restaurante, muito animado e bacana, ainda lancava gozações sobre as atendentes. Meu primo Ogro, o Ogroprimo, bom de bico, ainda trocava olhares com as meninas. Eu queria só comer. Até que um dia veio o prato especial..

Nunca havíamos visto aquilo e depois também nunca mais veríamos. Nos trouxeram um imenso, enorme, quase grotesco Calzone. Aquele pastel assado tipo uma pizza dobrada no meio, mas muito, muito maior do que o maior que já havia visto. Mas o mais inusitado e maluco foi o recheio. Fizeram um maravilhoso macarrão à bolonhesa com quieijo derretido colado na massa super crocante. Ainda procuro lembrar se foi a fome ( o melhor tempero de qualquer comida ), ou se estava mesmo maravilhoso.

O certo é que tudo foi consumido, sem deixar nem meio pedaço para trás.

Isto é mesmo comida de Ogro.

o Ogro.

sábado, 12 de julho de 2014

Super Ogro

Ogros se reúnem sempre. Entre um golo e outro, vem a idéia de uma nova viagem, nem sempre concretizada, mas muito sonhada.

O dia a dia e seus atropelos também fizeram minguar diversas de nossas viagens, por maior que fosse o esforço e a vontade de realizá-las. Em mais uma dessas vezes de reunião, sentamos no boteco da vez para falar da possível ida para Guarapari.

Para quem não conhece, Guarapai é uma cidade de porte médio localizada no litoral capixaba e que é destino comum a milhares de mineiros na época das férias e feriados. Não é nada sofisticado. É o destino da classe média.

Imersos em devaneios e vontades, falamos de diversos destinos antes de decidir por Guarapari. Um amigo, que já foi Ogro do mês aqui no blog, o Ogro mestre, e que possui um restaurante, durante a semana marcou mais uma reunião para sacramentar o destino e apresentar as oportunidades.

Como sempre, este verdadeiro Ogro viajante apresentou uma grande oportunidade. Uma casa com 3 quartos num condomínio fechado, com piscina e um grande gramado, em primeira locação. Conseguiu tudo pela internet.

Fechado o negócio, viajamos.

A casa era mesmo sensacional, e no gramado fizemos churrasco e futebol de sabão, com uma lona comprada lá mesmo. Tudo da melhor qualidade. A piscina curava as ressacas homéricas e os fogos em andamento, o que diminuiu os problemas dos Ogros com as patroas.

Num dia comum, saímos para visitar uma praia pequena e quase deserta, que se chama praia dos padres ( ou seria frades?). Uma descida bem íngreme nos esperava, e cada um ainda carregava suas tralhas de praia ( cadeira, guarda sol etc ), além de comidas. A descida, além de íngreme, não contava com degraus em todos os pontos, e rampas de grama se misturavam a projetos de escada, forçando um passo vagaroso de todos nós.

Num destes lances de grama, ainda orvalhado, eis que surge o Super Ogro. Até então, era  apenas um Ogro trabalhador, plaqueiro e bom motorista que carregava o isopor mais importante da trupe. O isopor da bebida. Mas de repente, escorregou na grama e foi chinelo para um lado, óculos para o outro, barriga para baixo, isopor para cima e copo, já com batida, voando sem rumo.

Como o Super que se tornou, caiu de costas, desviou dos óculos, aparou a tampa com a barriga, o isopor com uma das mãos e ainda não deixou derramar um pingo da batida.

Revelada a identidade do Super Ogro. Como num passe de mágica, levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima.

A marcha continuou ladeira abaixo, não sem um pensamento na cabeça:

- Devíamos ter filmado, e em câmera lenta. Essa não acontece de novo nem em mil anos. Valeu, Super Ogro.

A viagem ainda se desdobra, mas....esta é outra história!!

O Ogro.




sexta-feira, 11 de julho de 2014

Castelo do Bode

Em viagem com a patroa, Ogro bom é aquele que dá espaço. Não insiste sem motivo e dá razão para a mulher de vez em quando.
É, mas este Ogro não é o mesmo que viajou desta vez. Foi aquele outro, o que só faz o que quer e gosta mesmo é de reclamar com a a patroa.

Chegamos a Portugal através da TAP, indo direto parar em Lisboa. O vôo surpreendeu pela suavidade e pelas poltronas menos econômicas que em outras viagens. Nesta talvez tenhamos economizado menos.

De qualquer forma, tudo estava transcorrendo bem, e um carro foi alugado ainda no aeroporto para facilitar o itinerário da viagem.

O Ogro havia convencido a patroa de parar a cada castelo encontrado no caminho, e foi grande a nossa surpresa ao constatar que Portugal, tão diminuído no Brasil, é um país enorme em sua cultura, belezas naturais e... castelos.

E assim começamos a desviar rotas, fazendo um caminho que seguisse os castelos. Num dado momento, paramos ( fora da rota inicial, é claro ), numa cidade ................., onde os templários haviam se instalado após serem expulsos da França.

Lá, super bem acomodados no Hotel dos Templários, saímos para conhecer a pequena cidade e suas belezas. Num pequeno restaurante familiar próximo ao hotel e com mais fome que vontade de comer bem, paramos para saciar nossa fome.

No restaurante, vimos um cartaz indicando a data de início e término do festival da Lampreia, e perguntamos o que seria. Tinha no cardápio, mas o dono, um português bem típico, disse que o prato demorava a fazer e que o horário não seria compatível. Poderíamos escolher outra coisa ou ir embora. Tanto fazia para ele. A fome foi maior que a indignação e nos contentamos com um excelente bacalhau mesmo. Acho que provamos todas as variações possíveis nesta viagem, mas não cansou, só deu mais vontade.

Ao chegar ao hotel, ainda fomos ao scoth bar para uma saideira, que se transformou em várias. O barmen, muito educado, nos deu dicar diversas sobre quase tudo e, perguntado sobre a Lampreia, disse que o melhor lugar para se comer uma boa Lampreia na estação era o restaurante Rei da Lampreia e indicou o caminho, que ficava muito fora da nossa rota.

No último momento, lamentando nossa desistência da Lampreia, o barmen disse a palavra mágica. Castelo.

O restaurante Rei da Lampreia ficava ao lado de um dos lagos mais bonitos do país, onde se localizava o Castelo do Bode. Uau. Fim de conversa e pegamos todas as indicações.

No dia seguinte, acordamos e tomamos um delicioso café da manhã antes de programar nosso GPS para seguir direto para o Castelo do Bode. Depois de quase 70 Km vimos o restaurante á esquerda da estrada e passamos por cima de uma barragem. O GPS ficou maluco e indicava o castelo. Demos meia volta, procuramos e não conseguimos encontrar. Aí começou.

Não satisfeito com a situação, o Ogro também nunca pode parar para perguntar nada. Tem que descobrir sozinho. Subimos e descemos a estrada, andando vários quilômetros para cada lado sem avistar o castelo. Num dado momento, vimos uma pequena estradinha de terra ao lado do vertedouro da barragem, que não era tão grande assim e fomos serpenteando ao lado do rio até chegar no fima da estrada.

O cenário tão bucólico quanto melancólico, podia tanto ser de filme de amor quanto de terror. Um lago com águas bem rasas, árvores com folhas secas ou amarelas de um lado e de outro e. apesar do sol minguado, uma névoa por sobre a água. Pouco se ouvia. Ainda descemos do carro e demos uma volta, meio que desavisados dos perigos, mas voltamos logo.

Subindo a estrada, no meio do caminho de volta, paramos ao lado de uma caminhonete de uma família e o Ogro de dignou a preguntar:

- Por favor, onde fica o Castelo do Bode?

- Ora, pois, o Castelo do Bode é aqui mesmo.

- Como? Onde? Para lá?

- Não, nós estamos no Castelo do Bode. Aquele ali é o Castelo d´água do Bode.

Aí a ficha caiu. Agradecemos e nem comemos a Lampreia. Se não tivéssemos que voltar quase 70 Km, este Ogro voltaria com prazer ao hotel dos Templários para MATAR o barmen.

No fim, tudo deu certo. Comemos a Lampreia,....mas aí é outra história.

O Ogro.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Sonho


O Ogro sonha em viajar o tempo todo. 

Faz planos e mais planos, mas só cumpre uma pequena parte deles. 

Mas à noite, olhando para as estrelas, sonha em ir passear no espaço.

 Lá é bom, silencioso e tranquilo. E não tem gravidade.


O Ogro - 04/05/2014

Viagem com Ogro


Viagem de Ogro 01/05/2014

As coisas mudaram muito nos últimos, idos e bons tempos.
Para o bom e velho Ogro,viajar é sempre uma oportunidade. 

Uma oportunidade de apurrinhar a coitada da esposa durante pelo menos os 3 dias que antecedem a viagem e uns dois ou três depois.

Ogro não faz roteiro de viagem nem arruma mala. Seu serviço está restrito ao veículo, se a viagem for terrestre e ao dinheiro. Mesmo assim não o carrega, manda os filhos ou a mulher. "Vamo, paga lá tanto."

Em viagem para a praia, então, chega sem horário definido, bebe cerveja ou vodka com suco ( mais leve ), da hora que acorda até a hora de dormir. Mas, se a pobre mulher vai fazer um macarrão à noite, reclama do regime. O negócio é mesmo reclamar. De tudo.

Se não reclamar, não é Ogro.

Ogro não elogia, dá um risinho com o canto da boca. Para um bom entendedor já basta. Elogio é coisa de boiola.

O Ogro.

Beer Tour

Da Internet - 09/05/2014


EM BELO HORIZONTE, NÃO PERCA O BEER TOUR PELAS MICRO CERVEJARIAS, BARES E LOJAS ESPECIALIZADAS EM CERVEJAS





















BEER TOUR com Cervejarias Artesanais

O Beer Tour é um roteiro em Belo Horizonte que explora todas as 

possibilidades da cerveja artesanal, levando o turista às micro cervejarias de 

Belo Horizonte e região e também aos bares e lojas especializadas em 

cervejas especiais. 


A cada expedição o turista tem acesso às melhores cervejas do Brasil e do 

mundo, sempre com a orientação de um profissional especializado.

De acordo com Fernanda Fonseca, diretora da Libertas Viagens e 

Experiências, a intenção é proporcionar aos turistas e aos belorizontinos 

novas experiências, com vivência e aprendizado.

Minas Gerais possui mais de 12 fábricas de cervejas artesanais de excelente 

qualidade, e o Estado ocupa hoje o segundo lugar em produção de cervejas 

artesanais do País.

Dos 120 estilos existentes no mundo, 55 já são reproduzidos por aqui. 

Diante 

desse cenário, vi uma ótima oportunidade de inovação ao comercializar um 

roteiro especial para os amantes da cerveja.

Os passeios duram em média sete horas, custam R$ 180,00 e contam com 

café da manhã cervejeiro, degustações nas fábricas, descontos especiais 

nas 

lojas e almoço harmonizado.

A primeira expedição está marcada para 15 de junho e conta com visita a 

uma 

cervejaria, café da manhã cervejeiro, almoço harmonizado e visita à loja 

especializada. 


Programação

9h - Café da manhã cervejeiro; 

10h - Saída para a cervejaria; 

10h30 - Chegada a cervejaria - visita com degustação de cinco rótulos; 

12h30 - Chegada a loja - visita com degustação e descontos exclusivos para 

compras; 

14h30 - Chegada ao restaurante para o almoço harmonizado.



Fonte: Jornal Web Minas
Texto de Sérgio Moreira

Micro Cervejarias

Micro Cervejarias que nos aguardem. - 26/05/2014

Uma invasão controlada.

Estamos reunindo interessados em passar o sábado em tour nas cervejarias artesanais de Nova Lima. Visitaremos a Kud, a Áustria, a Taberna do Vale e a Colorado, sendo que esta última ainda não confirmou. O número de participantes, é de no mínimo 15 e devemos sair de Van, rodar os lugares das 10:00h até as 14:00h, quando então poderemos voltar ao mais agradável, sem stress e saborear com calma absoluta uma boa cerveja artesanal.
Os fabricantes já informaram estar tudo certo. Só falta mesmo sua presença.
Mande-nos um e-mail:vidadeogro1@gmail.com

O Ogro